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Irracional imaginar viver sem elas. Impossível conhecê-las sem as amar.
Na minha vida duas foram muito marcantes e amadas. A primeira, minha mãe: pureza, carinho, dedicação e amor dispostos de forma conjunta numa só pessoa. A segunda minha avó, "mãe-com-açúcar", uma das pessoas mais lúcidas que já conheci até hoje. Infelizmente, ambas já não estão comigo, posto que chamadas pelo Criador.
Muitas outras mulheres cruzaram minha existência. Algumas até já esquecidas, outras, ainda lembradas, como "florões" da minha juventude.
A terceira me chegou há quase vinte anos e ainda hoje está comigo. Felizmente ! É minha mulher e amiga de todas as horas. Com o afago de suas mãos, espero, na minha hora extrema (que há ainda muito de tardar) despedir-me das coisas terrenas. Mas isso é outra história...
E os relógios. Maravilhosos, não são ? Com eles foi possível domar o tempo. Com eles organizaram-se os compromissos diários. E criaram-se mais regras sociais. Mecânicos, e evoluindo com o "quartz" são hoje os relógios quase que indispensáveis à nossa existência.
Assim, viva Arquimedes (que tudo iniciou inventando a roda dentada), Villard, Galileu, Le Roy, Mudge, Harrison, Arnold, Breget, Roskopf, Harwood, Morrison e tantos outros, que tornaram nossos sonhos de tê-los possível. Mas esses sonhos, para nós às vezes, são quase obsessões, assim como algumas mulheres.
Bem, de qualquer forma a combinação mulheres/relógios ainda é pra mim insuperável, principalmente quando registrada em imagem por um artista !
Notaram agora onde quero chegar ? É verdade, amigos, todo esse floreio como pretexto para mostrar algumas fotos de mulheres com relógios, para deleite dos meus próprios olhos, e quiçá dos meus amigos.
Então, pra começar, vejam que bela dama, que com um relógio na mão, espera seu marido que tarda a chegar. Será que já não aconteceu isso contigo ? Comigo ? É bom nem lembrar...


Da Espanha nossa "viagem" passa pela Itália, onde essa moça foi retratada. Bem, é verdade que alguém arranjou-lhe depois um relógio inexistente na pintura original. Mas garanto-lhes que Leonardo, afeito à mecânica consoante logrou ser, não iria incomodar-se com esse belíssimo Ebel que puseram no pulso da sua retratada. Vejam:


Com um salto ágil, chegamos aos anos 30, onde encontramos já aquela famosa marca, que tal cortesã muito festejada, ainda faz a alegria dos homens que sonham um dia possuí-la. Representando-a, uma bela mulher, que orgulhosa, mostra seu Rolex, expondo suas faces rosadas, combinando com o carmim de sua elegante e sofisticada roupa.


... Olma...

... e até mesmo Felca.



Veio ao nosso alcance sentir o calor da Mônica Belucci...

Ou imaginar o frio (dá vontade de aquece-la, não ?) da linda Kournikova...





Bem, nesse caso só tem um jeito. Se a Monalisa já ganhou um relógio, a Marilyn pode ganhar um também. Como ? Fácil, "roubei" o FrankMuller da Jéssica Simpson, vejam:


© (ffamora)